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Matéria TvTec: guia da AA André Perlatti tentará escalar sozinho o maior vulcão do mundo

  • Foto do escritor: @andreperlatti
    @andreperlatti
  • 22 de jan. de 2019
  • 2 min de leitura

Atualizado: 25 de jan. de 2019



O empresário e alpinista jundiaiense André Perlatti, de 35 anos, vai escalar sozinho o maior vulcão do mundo, o Ojos del Salado, de 6.893 metros de altura, localizado no Atacama. Ele parte no dia 9 de fevereiro de 2019. André tem um projeto para escalar os sete maiores vulcões dos sete continentes e já escalou três cumes: Elbrus, na Rússia; Kilimanjaro, na Tanzânia; e Damavand, no Irã. Ojos del Salado será o quarto e, para concluir a lista, faltam ainda Orizaba, no México; Sidley, na Antártida; e Giluwe, na Papua-Nova Guiné.


A preparação do alpinista para a empreitada de 16 dias inclui treino de musculação quatro vezes por semana, corrida, ioga e até mesmo meditação. “Eu considero o montanhismo uma meditação, porque são horas, dias caminhando sem falar com ninguém, super cansado, então se você não entrar numa meditação em cada passo, a cabeça começa a pregar algumas peças na gente”, conta o empresário.

Na bagagem de 35kg, André levará diversos tipos de vestimenta, incluindo bota reforçada contra o gelo; equipamentos de alpinismo; carregador movido à energia solar; itens de alimentação, como cantil de água e comida especial para ser preparada na água quente; e também um rastreador via satélite, que possibilita mandar mensagens de SMS do alto do vulcão.


O alpinista também já escalou o Aconcágua, de 6.962 metros de altura, localizado na América do Sul, mas desistiu a 200 metros do cume por alguns erros e nevasca dias antes. Por isso, desta vez, o planejamento é minucioso para que tudo dê certo. Para André, escalar o Ojos del Salado não será apenas uma aventura, e sim uma realização. “Quando você chega no cume, é um momento de muita alegria, de muita emoção… Toda a sua trajetória e todas as pessoas que te ajudaram vêm à mente, então acaba sendo um trabalho de muita gratidão por estar num lugar de tão difícil acesso”, conclui.



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1 comentário


priq63
13 de abr.

Até que ponto o ambiente em que testamos nossas habilidades influencia o resultado final? Tenho refletido sobre como plataformas como o aposta casino servem de espelho para a nossa capacidade de organização mental. Mas será que a clareza que buscamos é fruto de um software bem desenhado ou da nossa própria evolução como observadores? O que vocês priorizam ao traçar um plano de ação: a segurança do capital ou o potencial de aprendizado sobre o sistema? Como vocês reagem quando percebem que uma estratégia usada se tornou obsoleta? É melhor insistir no método ou pivotar para uma nova abordagem imediatamente? Gostaria de entender como vocês lidam com a curva de aprendizado em sistemas tão dinâmicos.

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